Gold
1 - Mate Shine

1 - Mate Shine

Os amigos Felipe Moniz, Eduardo Moraes, João Lucas Brasil e Diego Borges decidiram produzir a bebida que faziam e era o maior sucesso nos tempos da escola:  o mate com limão alcoólico.  De lá para cá, o produto teve que sofrer um ajuste para conseguir ser comercializado. Dos testes com vodca e limão espremido manualmente, ganhou método para para a produção em escala maior e um insight: substituir a vodca por álcool de cereais. Bingo! Ficou leve e refrescante com o mate clássico das praias cariocas. Com um toque a mais, claro.

2 - Molho de pimenta defumado | Tabasco®

2 - Molho de pimenta defumado | Tabasco®

Chipotle é uma palavra que vem dos Astecas e significa pimenta defumada, mas o uso dessas pimentas, seja na gastronomia, no comércio, na religião ou até na medicina, remonta há 9 mil anos em uma parte do mundo chamada Delicias, uma parte do México, no estado de Chihuahua. 
É de lá que vem a ideia de defumar a Jalapeño em madeira de nogueira, com uma fumaça rica e suave. Então, ganha uma mistura de uma mistura de especiarias naturais, vinagre e água. Fica incrível sobre, por exemplo, carne assada na brasa.

3 - Bolacha da vó Cida

3 - Bolacha da vó Cida

Vó Cida é a avó do chef Jefferon Rueda, cozinheira de mão cheia. Entre os seus quitutes e merendas, a bolacha de nata que derrete na boca é uma joia, adorada por toda a família da matriarca.

De forma muito especial, Jefferson colocou as bolachinhas para acompanhar o café do restaurante Pommodori, onde fazia comida italiana divina. Hoje, na Casa do Porco, volta e meia, faz o mesmo. E não há quem não comente e peça mais um cafezinho. Advinha para quê?

4 - Salame Cacciatore

4 - Salame Cacciatore

Cacciatore são pequenos salames adocicados que os caçadores italianos carregavam no bolso para matar a fome.

O produto foi um dos primeiros fabricados à mão por Aurélio Cinque, imigrante que começou a seduzir a clientela paulistana com linguiças frescas nos anos 1960. Hoje, tem uma linha impecável de produtos, com destaque para o embutido delicado e com sabor suave, consumido no lanche do homens que se embrenhavam mata a dentro. Fica ótimo com queijos, azeitonas e até anchovas. Quem come, se apaixona.

Alho Negro do Sítio (PREMIUM)

Alho Negro do Sítio (PREMIUM)

 

Primeiro foi Ferran Adriá quem usou. Então o mundo descobriu o alho negro, iguaria com sabor e aroma inigualáveis. Mas o vegetal não nasce assim, como bem sabe a  Família Kondo, a primeira a produzí-lo no Brasil, em Ribeirão Preto, São Paulo. cura que leva quase um mês. “O alho vai caramelizando no forno com calor baixo e umidade controlada, e sofre o processo conhecido como reação de Maillard. Ele perde o ardido e revela sua doçura. A fermentação confere notas que lembram funghi, assim como o gosto umami, que realça os sabores.”

 


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