Gold
Café Especial Espírito Santo

Café Especial Espírito Santo

Imagine grãos de café perfeitos. Todos praticamente iguais, redondinhos, clarinhos, cheirosíssimos. É este produto que selecionamos para esta edição do Sabor Clube, a partir de uma busca com grande produtores do Espírito Santo. Estamos falando de um café de altitude com notas de frutas frescas que enchem a boca, além de uma acidez bastante presente, porém equilibrada. Preparamos o grão, moído na hora, com filtro de papel e na máquina de expresso, Da segunda forma, ele abre lindamente e dá origem a curtos inesquecíveis. Filtrado, sugerimos para acompanhar doces com frutas.

Linguiça Blumenau Konell

Linguiça Blumenau Konell

A história da linguiça Blumenau começa no final do século 19, quando imigrantes alemães se instalam no Vale do Itajaí, em Santa Catarina, e adaptam receitas de sua região de origem, a Pomerânia. Em 1918, a família Konell começa a produzir o embutido, em Pomerode (na época parte do distrito de Blumenau, daí o nome do enchido). E o faz até hoje. Da mesma forma: a linguiça Blumenau é do tipo pura: leva paleta e pernil suínos moídos e 28% de gordura, proveniente do toucinho lombar. De tempero, apenas pimenta branca, alho e sal e a tripa usada é a suína. O embutido passa pelos defumadores com serragem e brasa, a uma temperatura máxima de 50 graus C, onde fica 36 horas. O sabor, enfim, é riquíssimo e ela pode ser usada das mais diversas formas, até mesmo amassadinha sobre o pão.

Molho putanesca La Pastina

Molho putanesca La Pastina

Esta aqui mais uma prova de como os produtos industrializados podem (e devem!) seguir receitas artesanais e levar alta qualidade à gastronomia, mantendo o frescor dos ingredientes sem aditivos prejudiciais. Feito apenas com tomates italianos, o produto leva alcaparras, azeitona preta e azeite extra virgem, sem açúcares ou corantes. Além do sabor, em termos de praticidade, é o céu na terra. É escorrer a massa al dente e misturar na hora. Um queijo para ralar e o banquete está servido, como no terraço mágico onde o molho foi criado, na Itália.

 

Goiabada Cascão de Colher Doces Gigante

Goiabada Cascão de Colher Doces Gigante

A D. Chiquinha fazia um doce de pêssego famoso na sua cidade, Santa Rita de Calda, em Minas. E para sorte do povo dali, o marido dela, o Seu Israel, era barbeiro e artesão com folhas de flandres. Foi ele quem fez os primeiros recipientes para os doces da esposa, isso em 1918. De lá para cá, o processo só cresceu e virou um grande negócio de doces artesanais mineiros, com aquele sotaque que todo mundo adora. Nós provamos a goiabada cremosa e caímos de joelhos. Leve, com pouco açúcar, boa para comer às colheradas ou acompanhando o que bolos, biscoitos, queijos e até no meio do pão.

Vinho tinto Vivant

Vinho tinto Vivant

Cabernet Sauvignon com Merlot, num blend equilibrado, leve e gostoso de beber, sem compromisso. Esse o vinho tinto na latinha da Vivant Vinhos, a empresa carioca que foi buscar a melhor tecnologia do mundo para enlatar a bebida de Baco. Um revestimento especial no alumínio garante que a bebida não tenha qualquer interferência do material do recipiente que a abriga.

É mais um exemplo bem legal de vinho em lata, para espantar o preconceito e abrir um mundo de possibilidades no hoje adorado e movimentado mercado de vinhos.



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Goiabada Cascão de Colher

Goiabada Cascão de Colher

A D. Chiquinha fazia um doce de pêssego famoso na sua cidade, Santa Rita de Calda, em Minas. E para sorte do povo dali, o marido dela, o Seu Israel, era barbeiro e artesão com folhas de flandres. Foi ele quem fez os primeiros recipientes para os doces da esposa, isso em 1918. De lá para cá, o processo só cresceu e virou um grande negócio de doces artesanais mineiros, com aquele sotaque que todo mundo adora. Nós provamos a goiabada cremosa e caímos de joelhos. Leve, com pouco açúcar, boa para comer às colheradas ou acompanhando o que bolos, biscoitos, queijos e até no meio do pão.

Vinho tinto Vivant

Vinho tinto Vivant

Cabernet Sauvignon com Merlot, num blend equilibrado, leve e gostoso de beber, sem compromisso. Esse o vinho tinto na latinha da Vivant Vinhos, a empresa carioca que foi buscar a melhor tecnologia do mundo para enlatar a bebida de Baco. Um revestimento especial no alumínio garante que a bebida não tenha qualquer interferência do material do recipiente que a abriga.

É mais um exemplo bem legal de vinho em lata, para espantar o preconceito e abrir um mundo de possibilidades no hoje adorado e movimentado mercado de vinhos.

Linguiça Blumenau Konell

Linguiça Blumenau Konell

A história da linguiça Blumenau começa no final do século 19, quando imigrantes alemães se instalam no Vale do Itajaí, em Santa Catarina, e adaptam receitas de sua região de origem, a Pomerânia. Em 1918, a família Konell começa a produzir o embutido, em Pomerode (na época parte do distrito de Blumenau, daí o nome do enchido). E o faz até hoje. Da mesma forma: a linguiça Blumenau é do tipo pura: leva paleta e pernil suínos moídos e 28% de gordura, proveniente do toucinho lombar. De tempero, apenas pimenta branca, alho e sal e a tripa usada é a suína. O embutido passa pelos defumadores com serragem e brasa, a uma temperatura máxima de 50 graus C, onde fica 36 horas. O sabor, enfim, é riquíssimo e ela pode ser usada das mais diversas formas, até mesmo amassadinha sobre o pão.


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