Este mês


Gold
Goiabada Cascão de Colher Doces Gigante

Goiabada Cascão de Colher Doces Gigante

A D. Chiquinha fazia um doce de pêssego famoso na sua cidade, Santa Rita de Calda, em Minas. E para sorte do povo dali, o marido dela, o Seu Israel, era barbeiro e artesão com folhas de flandres. Foi ele quem fez os primeiros recipientes para os doces da esposa, isso em 1918. De lá para cá, o processo só cresceu e virou um grande negócio de doces artesanais mineiros, com aquele sotaque que todo mundo adora. Nós provamos a goiabada cremosa e caímos de joelhos. Leve, com pouco açúcar, boa para comer às colheradas ou acompanhando o que bolos, biscoitos, queijos e até no meio do pão.

Café Especial Espírito Santo

Café Especial Espírito Santo

Imagine grãos de café perfeitos. Todos praticamente iguais, redondinhos, clarinhos, cheirosíssimos. É este produto que selecionamos para esta edição do Sabor Clube, a partir de uma busca com grande produtores do Espírito Santo. Estamos falando de um café de altitude com notas de frutas frescas que enchem a boca, além de uma acidez bastante presente, porém equilibrada. Preparamos o grão, moído na hora, com filtro de papel e na máquina de expresso, Da segunda forma, ele abre lindamente e dá origem a curtos inesquecíveis. Filtrado, sugerimos para acompanhar doces com frutas.

Molho putanesca La Pastina

Molho putanesca La Pastina

Esta aqui mais uma prova de como os produtos industrializados podem (e devem!) seguir receitas artesanais e levar alta qualidade à gastronomia, mantendo o frescor dos ingredientes sem aditivos prejudiciais. Feito apenas com tomates italianos, o produto leva alcaparras, azeitona preta e azeite extra virgem, sem açúcares ou corantes. Além do sabor, em termos de praticidade, é o céu na terra. É escorrer a massa al dente e misturar na hora. Um queijo para ralar e o banquete está servido, como no terraço mágico onde o molho foi criado, na Itália.

 

Vinho tinto Vivant

Vinho tinto Vivant

Cabernet Sauvignon com Merlot, num blend equilibrado, leve e gostoso de beber, sem compromisso. Esse o vinho tinto na latinha da Vivant Vinhos, a empresa carioca que foi buscar a melhor tecnologia do mundo para enlatar a bebida de Baco. Um revestimento especial no alumínio garante que a bebida não tenha qualquer interferência do material do recipiente que a abriga.

É mais um exemplo bem legal de vinho em lata, para espantar o preconceito e abrir um mundo de possibilidades no hoje adorado e movimentado mercado de vinhos.

Linguiça Blumenau Konell

Linguiça Blumenau Konell

A história da linguiça Blumenau começa no final do século 19, quando imigrantes alemães se instalam no Vale do Itajaí, em Santa Catarina, e adaptam receitas de sua região de origem, a Pomerânia. Em 1918, a família Konell começa a produzir o embutido, em Pomerode (na época parte do distrito de Blumenau, daí o nome do enchido). E o faz até hoje. Da mesma forma: a linguiça Blumenau é do tipo pura: leva paleta e pernil suínos moídos e 28% de gordura, proveniente do toucinho lombar. De tempero, apenas pimenta branca, alho e sal e a tripa usada é a suína. O embutido passa pelos defumadores com serragem e brasa, a uma temperatura máxima de 50 graus C, onde fica 36 horas. O sabor, enfim, é riquíssimo e ela pode ser usada das mais diversas formas, até mesmo amassadinha sobre o pão.



Silver
Goiabada Cascão de Colher

Goiabada Cascão de Colher

A D. Chiquinha fazia um doce de pêssego famoso na sua cidade, Santa Rita de Calda, em Minas. E para sorte do povo dali, o marido dela, o Seu Israel, era barbeiro e artesão com folhas de flandres. Foi ele quem fez os primeiros recipientes para os doces da esposa, isso em 1918. De lá para cá, o processo só cresceu e virou um grande negócio de doces artesanais mineiros, com aquele sotaque que todo mundo adora. Nós provamos a goiabada cremosa e caímos de joelhos. Leve, com pouco açúcar, boa para comer às colheradas ou acompanhando o que bolos, biscoitos, queijos e até no meio do pão.

Linguiça Blumenau Konell

Linguiça Blumenau Konell

A história da linguiça Blumenau começa no final do século 19, quando imigrantes alemães se instalam no Vale do Itajaí, em Santa Catarina, e adaptam receitas de sua região de origem, a Pomerânia. Em 1918, a família Konell começa a produzir o embutido, em Pomerode (na época parte do distrito de Blumenau, daí o nome do enchido). E o faz até hoje. Da mesma forma: a linguiça Blumenau é do tipo pura: leva paleta e pernil suínos moídos e 28% de gordura, proveniente do toucinho lombar. De tempero, apenas pimenta branca, alho e sal e a tripa usada é a suína. O embutido passa pelos defumadores com serragem e brasa, a uma temperatura máxima de 50 graus C, onde fica 36 horas. O sabor, enfim, é riquíssimo e ela pode ser usada das mais diversas formas, até mesmo amassadinha sobre o pão.

Vinho tinto Vivant

Vinho tinto Vivant

Cabernet Sauvignon com Merlot, num blend equilibrado, leve e gostoso de beber, sem compromisso. Esse o vinho tinto na latinha da Vivant Vinhos, a empresa carioca que foi buscar a melhor tecnologia do mundo para enlatar a bebida de Baco. Um revestimento especial no alumínio garante que a bebida não tenha qualquer interferência do material do recipiente que a abriga.

É mais um exemplo bem legal de vinho em lata, para espantar o preconceito e abrir um mundo de possibilidades no hoje adorado e movimentado mercado de vinhos.


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